Arquivo do mês: abril 2009

Sentidos

Carta para o amor de toda minha vida

O sentimento floresceu sem ter sido previsto.
Apesar do primeiro olhar tudo acontecia.
A noite do mesmo dia comprovava todos os sentidos.
A primeira dança lembrava todas as outras danças; até o nervosismo.
A vida presente superou o passado,
As lembranças do passado esqueciam os conflitos, os vícios de sempre fugir sem dar respostas.
Sustentava-se apenas no silêncio do medo, ignorando a saudade dos tempos idos.
Pois ninguém sabia o que acontecia.
O sentimento era a mais pura sensação de amor.
As revelações das vidas passadas,
Comprovavam tudo que acontecia
E o que iria acontecer.
Por onde andará o nosso amor que tanto semeamos?
Por onde andará uma frase perdida no espaço.
Nós nunca nos desligaremos?
E não perderemos o contato?
Todos os sentidos mantêm-se configurados.
Falta apenas descobrir o que foi que houve?
Perguntas que foram feitas inúmeras vezes.
Mas nunca respondidas.
Apenas dito que não aconteceu nada de mais,
E de menos;  O que aconteceu?
Mas, de agora em diante, tudo é presente.
Tudo é amor!
Não vamos falar mais na tristeza.
Tudo é alegria!
Para toda eternidade!
Do seu grande amor!
Mario Lucio.

Mario Lucio – cronista, poeta e bibliófilo.

Obrigado, minha amiga!

A amizade é eterna,
Mas nem por isso podemos deixar a plantinha sem água,
sem amor. E sem a conversa diária com ela.
Temos que fortificá-la e deixá-la com as raízes fortes.
Resistentes contra as tormentas. E aos vendavais.
Muita coisa pode acontecer, pois estamos no mundo que tudo acontece.
E
Essa plantinha representa a nossa vida.
A nossa história!
Com todo amor, amizade e harmonia.
Além desse amor maravilhoso.
Nós somos, como se fossemos, irmãos siameses.
E juntos, no sentido da eternidade,
conseguiremos alcançar e melhorar o nosso papel aqui na terra.
Muitas coisas já sabemos.
Precisamos saber mais. Estudar mais. Dialogar mais.
Pois o futuro está chegando rápido demais.
O passado deixou de ser passado.
O presente está deixando de ser presente.
Nós, seres humanos,
Não somos máquinas – somos mais que isso.
Temos sentimentos!
E o que nos faria mais felizes,
Era aumentar a afeição humana.
 

Este poema eu dedico a melhor amiga que eu tive
e tenho em todos os tempos.

Mario Lucio – cronista, poeta e bibliófilo